{"id":1546,"date":"2025-07-08T15:37:19","date_gmt":"2025-07-08T18:37:19","guid":{"rendered":"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/?p=1546"},"modified":"2025-07-08T15:42:27","modified_gmt":"2025-07-08T18:42:27","slug":"aves-do-litoral-brasileiro-estao-contaminadas-por-microplasticos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/aves-do-litoral-brasileiro-estao-contaminadas-por-microplasticos\/","title":{"rendered":"Aves do litoral brasileiro est\u00e3o contaminadas por micropl\u00e1sticos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0Estudo pioneiro analisa contamina\u00e7\u00e3o em \u00e1gua, sedimentos, peixes e aves, com destaque nesta etapa da pesquisa para a coruja-buraqueira<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Cada vez mais abundante nas \u00e1guas costeiras de todo o mundo, a polui\u00e7\u00e3o por micropl\u00e1sticos \u00e9 uma das principais amea\u00e7as para todos os ecossistemas marinhos. No litoral brasileiro, n\u00e3o \u00e9 diferente. O Programa de Recupera\u00e7\u00e3o da Biodiversidade Marinha (REBIMAR), da Associa\u00e7\u00e3o MarBrasil, confirmou a presen\u00e7a de micropl\u00e1sticos na \u00e1gua, em sedimentos e em animais, incluindo peixes e aves, como a coruja-buraqueira.\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O estudo pioneiro no pa\u00eds \u00e9 realizado no litoral do Paran\u00e1, abrangendo o Complexo Estuarino de Paranagu\u00e1, a Ba\u00eda de Antonina, a Ba\u00eda de Paranagu\u00e1, a Ba\u00eda das Laranjeiras, a Ba\u00eda de Guaraque\u00e7aba, at\u00e9 o Canal da Galheta, pr\u00f3ximo \u00e0 Ilha do Mel e a Ba\u00eda de Guaratuba. O projeto conta com o patroc\u00ednio do Governo Federal, por meio do programa Petrobras Socioambiental.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Segundo Fernanda Possatto, coordenadora do componente de lixo no mar do Programa Rebimar, nesta quinta fase do projeto, a ideia da pesquisa \u00e9 ter uma grande \u201cfotografia\u201d do panorama da contamina\u00e7\u00e3o por micropl\u00e1sticos no litoral todo, com pesquisas incluindo ba\u00edas, praias e rios que desembocam no mar, assim como a contamina\u00e7\u00e3o por micropl\u00e1stico em algumas esp\u00e9cies de peixes comerciais e de aves que habitam ou frequentam a regi\u00e3o litor\u00e2nea.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_1547\" aria-describedby=\"caption-attachment-1547\" style=\"width: 800px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1547 size-large\" src=\"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Coruja-buraqueira_15112023-17-1024x683.jpg\" alt=\"Foto: Gabriel Marchi.\" width=\"800\" height=\"534\" srcset=\"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Coruja-buraqueira_15112023-17-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Coruja-buraqueira_15112023-17-300x200.jpg 300w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Coruja-buraqueira_15112023-17-768x512.jpg 768w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Coruja-buraqueira_15112023-17-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Coruja-buraqueira_15112023-17-2048x1365.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1547\" class=\"wp-caption-text\">Fam\u00edlia de Corujas-buraqueiras. Foto: Gabriel Marchi<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>&#8220;O micropl\u00e1stico n\u00e3o respeita fronteiras&#8221;<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A pesquisa revelou a presen\u00e7a constante de micropl\u00e1sticos em todo o estu\u00e1rio, tanto em \u00e1reas densamente povoadas, como Paranagu\u00e1, quanto em unidades de conserva\u00e7\u00e3o mais isoladas. \u201cNas ba\u00edas tamb\u00e9m existe contamina\u00e7\u00e3o, o que comprova que o micropl\u00e1stico n\u00e3o obedece a fronteiras geogr\u00e1ficas\u201d, explica o ocean\u00f3grafo Allan Paul Krelling, tamb\u00e9m coordenador da pesquisa e professor do Instituto Federal do Paran\u00e1 (IFPR).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os res\u00edduos pl\u00e1sticos concentram-se principalmente na superf\u00edcie da \u00e1gua, sendo dispersos por mar\u00e9s e correntes mar\u00edtimas. Nessas plumas ou espumas, \u00e9 poss\u00edvel observar a olho nu a presen\u00e7a de pl\u00e1sticos flutuantes. \u201cNaturalmente essas plumas concentram uma quantidade maior de mat\u00e9ria org\u00e2nica e pequenos organismos, que s\u00e3o atra\u00eddos pela disponibilidade de alimento, no entanto, nesses locais tamb\u00e9m se observa um maior ac\u00famulo de micropl\u00e1sticos que poder\u00e3o ser ingeridos tanto por pequenos animais quanto por peixes, aves, tartarugas e mam\u00edferos marinhos,\u201d alerta Fernanda Possatto.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Aves como bioindicadores da contamina\u00e7\u00e3o por micropl\u00e1sticos<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Diversas esp\u00e9cies de aves que vivem ou frequentam os trechos avaliados do litoral est\u00e3o convivendo com micropl\u00e1sticos em seu habitat. A pesquisa analisou cientificamente os dados p\u00fablicos do Sistema de Informa\u00e7\u00f5es do Monitoramento da Biota Aqu\u00e1tica (<\/span><a href=\"https:\/\/simba.petrobras.com.br\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Simba<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">) coletados pelos Projeto de Monitoramento de Praias (PMP).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cMesmo que encontr\u00e1ssemos poucos indiv\u00edduos j\u00e1 seria preocupante. Mas j\u00e1 confirmamos uma quantidade bem relevante de animais ingerindo pl\u00e1stico\u201d, avalia Fernanda Possatto. \u201cAs fragatas (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Fregata magnificens<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">) apresentaram os piores \u00edndices: 20% de ocorr\u00eancia de res\u00edduos s\u00f3lidos no trato gastrointestinal; os atob\u00e1s (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Sula leucogaster<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">) registraram 13,3%; e as gaivotas (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Larus dominicanus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">), 6,7%\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Coruja-buraqueira: uma nova frente de pesquisa\u00a0\u00a0<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A pesquisa foi estendida para as corujas-buraqueiras (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Athene cunicularia<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">), esp\u00e9cie muito comum nas praias e \u00e1reas de restinga, em 2024. \u201cNesta nova fase do projeto, al\u00e9m de dar continuidade aos estudos com as gaivotas, inclu\u00edmos outras esp\u00e9cies que est\u00e3o no ambiente de transi\u00e7\u00e3o. A coruja-buraqueira \u00e9 considerada uma ave terrestre, mas usa esse espa\u00e7o costeiro para se alimentar\u201d, explica Possatto.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cAinda estamos em fase inicial dos resultados, mas, infelizmente, j\u00e1 observamos a presen\u00e7a de micropl\u00e1sticos nessas aves. Ainda \u00e9 cedo para dizer o tamanho dessa contamina\u00e7\u00e3o, mas j\u00e1 nos mostra que a problem\u00e1tica est\u00e1 em todo lugar, afetando esp\u00e9cies de diferentes h\u00e1bitos e habitats e ressalvando a urg\u00eancia de pol\u00edticas p\u00fablicas para regulamenta\u00e7\u00e3o dos res\u00edduos pl\u00e1sticos\u201d, refor\u00e7a Possatto.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A ornit\u00f3loga Juliana Rechetelo, colaboradora do projeto, explica que a metodologia para an\u00e1lise das corujas \u00e9 minimamente invasiva. \u201cColetamos egagr\u00f3pilas expelidas naturalmente pelas aves marinhas e terrestres. Egagr\u00f3pilas s\u00e3o pelotas que essas aves expelem de partes n\u00e3o-diger\u00edveis de suas presas, por exemplo, ossos, penas, dentes e exoesqueleto entre outros\u201d. De acordo com a pesquisadora, h\u00e1 o ac\u00famulo dessas pelotas em locais de repouso, dormit\u00f3rios e tocas.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cColetamos essas pelotas em frascos de vidro para evitar contamina\u00e7\u00e3o, levamos ao laborat\u00f3rio e fazemos um processo qu\u00edmico para diminuir esse material org\u00e2nico e deixar mais f\u00e1cil a busca por micropl\u00e1sticos. As egagr\u00f3pilas ficam \u2018de molho\u2019 nesses reagentes qu\u00edmicos por alguns dias, depois filtramos esse material e vamos para a parte de triagem, que nada mais \u00e9 que a an\u00e1lise na lupa para buscar micropl\u00e1sticos\u201d, completa a ornit\u00f3loga.\u00a0<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_1549\" aria-describedby=\"caption-attachment-1549\" style=\"width: 800px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-1549 size-large\" src=\"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-02-06-at-21.07.08-1-1024x683.jpeg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"534\" srcset=\"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-02-06-at-21.07.08-1-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-02-06-at-21.07.08-1-300x200.jpeg 300w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-02-06-at-21.07.08-1-768x512.jpeg 768w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-02-06-at-21.07.08-1-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-02-06-at-21.07.08-1.jpeg 1599w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1549\" class=\"wp-caption-text\">An\u00e1lise \u00e9 feita nas \u201cpelotas\u201d expelidas pelas aves ap\u00f3s a digest\u00e3o. Acervo IFPR\/Rebimar.<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Micropl\u00e1sticos em peixes comerciais e o impacto na cadeia alimentar\u00a0<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m das aves, o estudo tamb\u00e9m investiga a presen\u00e7a de micropl\u00e1sticos em peixes \u00e0 venda em peixarias e supermercados. Os tratos gastrointestinais desses animais s\u00e3o coletados e analisados em laborat\u00f3rio. Os dados ainda est\u00e3o sendo computados, mas as amostras dos peixes comerciais avaliadas at\u00e9 agora confirmam a contamina\u00e7\u00e3o.\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_1559\" aria-describedby=\"caption-attachment-1559\" style=\"width: 567px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-1559 size-full\" src=\"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Imagem2.jpg\" alt=\"\" width=\"567\" height=\"627\" srcset=\"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Imagem2.jpg 567w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Imagem2-271x300.jpg 271w\" sizes=\"(max-width: 567px) 100vw, 567px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1559\" class=\"wp-caption-text\">Pesquisa analisa presen\u00e7a de micropl\u00e1stico no trato gastrointestinal de peixe. Acervo IFPR\/Rebimar.<\/figcaption><\/figure>\n<p><b>Engajamento de jovens pesquisadores<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m de ocean\u00f3grafos, bi\u00f3logos e ornit\u00f3logos, estudantes do ensino m\u00e9dio t\u00e9cnico do Instituto Federal do Paran\u00e1 (IFPR) participam das atividades de pesquisa do Rebimar, incentivando a forma\u00e7\u00e3o de novos cientistas. \u201cA participa\u00e7\u00e3o desses jovens \u00e9 fundamental para o futuro da ci\u00eancia. Eles se mostram muito interessados e engajados, aprendendo na pr\u00e1tica sobre os impactos ambientais e a import\u00e2ncia da conserva\u00e7\u00e3o marinha\u201d, comenta Fernanda.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cAtuando como bolsista no projeto estou aprendendo muitas coisas. Tanto a parte de campo quanto a parte de laborat\u00f3rio me cativam, essa din\u00e2mica \u00e9 literalmente a minha praia\u201d, comenta Thayane Paula Leone de Souza, aluna do curso de Tecnologia em Gest\u00e3o Ambiental (IFPR- Paranagu\u00e1). \u201c\u00c9 um assunto que precisa ser discutido e fomentado, e estamos aqui para isso. Com muito amor, com muita luta e persist\u00eancia, sonhamos em um dia poder fazer a diferen\u00e7a de forma significativa e trazer as solu\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias\u201d, completa a estagi\u00e1ria do Rebimar.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Jo\u00e3o Eduardo Nascimento Am\u00e9rico, estudante do Ensino M\u00e9dio T\u00e9cnico em Meio Ambiente, compartilha esse entusiasmo: \u201cMinha experi\u00eancia com o projeto tem sido \u00fanica. Aqui vi a oportunidade de juntar minhas duas paix\u00f5es, a ecologia e a ornitologia. No in\u00edcio, a ideia era monitorar apenas a Coruja-buraqueira, agora, nossos planos incluem mais tr\u00eas esp\u00e9cies: a Coruja Mocho-diabo, o Gaivot\u00e3o e o Trinta-r\u00e9is. Estamos dando um passo importante para entender a contamina\u00e7\u00e3o por micropl\u00e1sticos no litoral do Paran\u00e1\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-1554 size-large\" src=\"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-02-06-at-21.00.22-1-770x1024.jpeg\" alt=\"\" width=\"770\" height=\"1024\" srcset=\"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-02-06-at-21.00.22-1-770x1024.jpeg 770w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-02-06-at-21.00.22-1-226x300.jpeg 226w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-02-06-at-21.00.22-1-768x1021.jpeg 768w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-02-06-at-21.00.22-1.jpeg 963w\" sizes=\"(max-width: 770px) 100vw, 770px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0Estudo pioneiro analisa contamina\u00e7\u00e3o em \u00e1gua, sedimentos, peixes e aves, com destaque nesta etapa da pesquisa para a coruja-buraqueira &nbsp; Cada vez mais abundante nas \u00e1guas costeiras de todo o mundo, a polui\u00e7\u00e3o por micropl\u00e1sticos \u00e9 uma das principais amea\u00e7as para todos os ecossistemas marinhos. 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