{"id":889,"date":"2024-12-20T13:40:21","date_gmt":"2024-12-20T16:40:21","guid":{"rendered":"https:\/\/rebimar.ejulianoti.com.br\/?p=889"},"modified":"2025-01-29T18:26:29","modified_gmt":"2025-01-29T21:26:29","slug":"nadando-com-tubaroes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/nadando-com-tubaroes\/","title":{"rendered":"Nadando com tubar\u00f5es"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Nadando com raias e tubar\u00f5es<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>Esp\u00e9cies do nosso litoral que voc\u00ea nem sabia que estavam t\u00e3o perto<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-55-1024x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1004\" srcset=\"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-55-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-55-300x225.jpg 300w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-55-768x576.jpg 768w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-55.jpg 1299w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><em>Tubar\u00e3o-galha-preta, esp\u00e9cie com ocorr\u00eancia no litoral. Foto: Erika Beux.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O litoral do Paran\u00e1 possui um ecossistema rico e complexo, habitado e frequentado por diversos animais marinhos. Apesar de muitas pessoas acharem que n\u00e3o existem raias e tubar\u00f5es por aqui, \u201celes est\u00e3o em toda parte e em todo lugar\u201d, avisa Renata Daldin, pesquisadora do Programa de Recupera\u00e7\u00e3o da Biodiversidade Marinha (<a href=\"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/\">Rebimar<\/a>), iniciativa da Associa\u00e7\u00e3o MarBrasil, com patroc\u00ednio da Petrobras e do Governo Federal.<\/p>\n\n\n\n<p>A presen\u00e7a desses animais fant\u00e1sticos \u00e9 confirmada pelo bi\u00f3logo Paulo Santos, pesquisador do Instituto Linha D&#8217; \u00c1gua. Ele participou de um estudo recente em que foram registradas 40 esp\u00e9cies de tubar\u00f5es no litoral paulista e, que pela proximidade, tamb\u00e9m \u00e9 v\u00e1lido para o Paran\u00e1. \u201cEsse n\u00famero \u00e9 s\u00f3 de tubar\u00f5es. Se considerarmos raias, s\u00e3o quase 75 esp\u00e9cies. H\u00e1 ainda os grandes tubar\u00f5es que ficam mais para fora e vivem al\u00e9m dos 200 metros de profundidade\u201d, comenta Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p>Tubar\u00f5es e raias fazem parte do grupo elasmobr\u00e2nquios: peixes que se diferenciam pelo esqueleto formado de cartilagem. \u201cEles t\u00eam fendas branquiais, que s\u00e3o aberturas nas laterais do corpo em tubar\u00f5es e embaixo do corpo nas raias. Tamb\u00e9m s\u00e3o cobertos por pequenas escamas chamadas de plac\u00f3ides que parecem dentinhos ao contr\u00e1rio. Se voc\u00ea passar a m\u00e3o sentido da cauda n\u00e3o vai sentir nada. Mas se voc\u00ea passar ao contr\u00e1rio, sentido cabe\u00e7a, pode sair com um rasp\u00e3o dolorido e pode inflamar depois\u201d, explica .<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"739\" height=\"492\" src=\"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-56.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1003\" srcset=\"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-56.jpg 739w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-56-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 739px) 100vw, 739px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-57-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1002\" srcset=\"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-57-1.jpg 747w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-57-1-300x169.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 747px) 100vw, 747px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Naturalmente as esp\u00e9cies t\u00eam distribui\u00e7\u00f5es diferentes. A pesquisadora do Rebimar, Elo\u00edsa Giareta, trabalha em parceria com pescadores para identificar as esp\u00e9cies que vivem ou frequentam o litoral paranaense. \u201cTemos o tubar\u00e3o-galha-preta (<em>Carcharhinus brevipinna<\/em> e <em>Carcharhinus limbatus<\/em>) e, em algumas \u00e9pocas, registramos a presen\u00e7a do tubar\u00e3o-anequim tamb\u00e9m conhecido como tubar\u00e3o-mako (<em>Isurus oxyrinchus<\/em>). Da parte das raias, temos as raias-viola (<em>Pseudobatos percellens<\/em> e <em>Pseudobatos horkelii<\/em>), a raia-gardino, ou raia-viola-do-focinho-curto (<em>Zapteryx brevirostris<\/em>), e as mais comuns, como a raia-chicote (<em>Hypanus guttatus<\/em>), a raia-manteiga (<em>Dasyatis hypostigma<\/em>) e a raia-borboleta (<em>Gymnura altavela<\/em>)\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra esp\u00e9cie bastante comum, segundo a pesquisadora Elo\u00edsa, \u00e9 o ca\u00e7\u00e3o-rola-rola (<em>Rhizoprionodon lalandii<\/em> e <em>Rhizoprionodon porosus<\/em>), tamb\u00e9m chamado tubar\u00e3o-bico-fino-brasileiro. Constantemente, s\u00e3o avistados rec\u00e9m-nascidos e filhotes destas esp\u00e9cies.<\/p>\n\n\n\n<p>V\u00e1rias esp\u00e9cies de tubar\u00f5es e raias usam o litoral do Paran\u00e1 como \u00e1rea de parto, entre elas duas esp\u00e9cies de tubar\u00f5es-martelo: o tubar\u00e3o-martelo-recortado (<em>Sphyrna lewini<\/em>), conhecido pelos pescadores como cambeva clara e o tubar\u00e3o-martelo-liso (<em>Sphyrna zygaena<\/em>), chamado de cambeva escura. Esses animais formam grandes agrega\u00e7\u00f5es e ficam pr\u00f3ximos \u00e0 costa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar do porte relativamente grande, os tubar\u00f5es-martelo possuem bocas muito pequenas e comem presas menores. Eles apresentam pouco risco aos humanos, e raramente se envolvem em incidentes com banhistas, surfistas e mergulhadores.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os gigantes. <\/strong>\u201cO litoral paranaense tamb\u00e9m \u00e9 \u00e1rea de parto para o tubar\u00e3o-tigre (<em>Galeocerdo cuvier<\/em>) e temos alguns bem grandes por aqui. H\u00e1 ainda a raia-manta (<em>Mobula<\/em> spp.), que pode chegar a tamanhos absurdos. Elas saltam no Complexo Estuarino de Paranagu\u00e1, na frente da Ilha das Pe\u00e7as e na entrada da Ilha das Palmas e da Ilha do Mel\u201d, conta Renata Daldin. \u201cH\u00e1 registros ainda de tubar\u00e3o-cabe\u00e7a-chata (<em>Carcharhinus leucas<\/em>) e do tubar\u00e3o-branco (<em>Carcharodon carcharias<\/em>)\u201d, complementa.<\/p>\n\n\n\n<p>O Museu Municipal de Canan\u00e9ia tem no acervo um <a href=\"https:\/\/cananeia.sp.gov.br\/turismo\/atrativos\/historicos-e-culturais\/museu-municipal-victor-sadowski\">tubar\u00e3o-branco enorme taxidermizado<\/a>. O animal foi capturado em 1992 e tem 5,5 metros de comprimento. \u00c9 o segundo maior do mundo! No est\u00f4mago dele foram encontrados peixes, tartarugas, outros tubar\u00f5es e at\u00e9 uma bota.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O <a href=\"https:\/\/marbrasil.org\/blog\/projetos\/projeto-tintureira\/\">Projeto Tintureira<\/a>, outra iniciativa da Associa\u00e7\u00e3o MarBrasil, focou os estudos no tubar\u00e3o-tigre, tamb\u00e9m conhecido como tintureira. Pesquisadores trabalham para identificar as \u00e1reas usadas como ber\u00e7\u00e1rios, para que esses locais sejam prioridade na conserva\u00e7\u00e3o, evitando desequil\u00edbrios ambientais que possam levar a incidentes, como os que acontecem em Pernambuco h\u00e1 d\u00e9cadas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O reencontro com o tubar\u00e3o-lixa.<\/strong> Essa esp\u00e9cie era considerada extinta regionalmente, mas, a equipe coordenada por Paulo Santos publicou uma grande descoberta na revista <a href=\"https:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1111\/jfb.15357\"><em>Journal of <\/em><em>Fish Biology<\/em><\/a>. Com a colabora\u00e7\u00e3o de pescadores artesanais, pescadores recreativos, guias de pesca e ca\u00e7adores submarinos, foram adicionados mais 30 registros de tubar\u00e3o-lixa, incluindo duas capturas recentes no litoral sul de S\u00e3o Paulo, na divisa com o Paran\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-57.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1001\" srcset=\"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-57.jpg 747w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-57-300x169.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 747px) 100vw, 747px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><em>Tubar\u00e3o-lixa. Foto: Erika Beux.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Os pescadores s\u00e3o fundamentais para os estudos de raias e tubar\u00f5es. Eles possuem conhecimentos que s\u00e3o passados de gera\u00e7\u00e3o para gera\u00e7\u00e3o e que compartilham generosamente com os integrantes do Rebimar. A parceria j\u00e1 dura mais de dez anos e permitiu que milhares de animais fossem avaliados, estudados e devolvidos ao mar.<\/p>\n\n\n\n<p>Normalmente a captura feita por pescadores ocorre alguns quil\u00f4metros mar adentro. Mas durante o ver\u00e3o os tubar\u00f5es se aproximam mais da praia porque as f\u00eameas v\u00eam para parir os filhotes. \u201cOs padr\u00f5es de pesca indicam que os animais entram na regi\u00e3o do Complexo Estuarino de Paranagu\u00e1 (PR). Entre a Ilha do Mel e a Ilha das Pe\u00e7as \u00e9 um local importante para a reprodu\u00e7\u00e3o destes animais porque o ano inteiro tem filhotes de v\u00e1rias esp\u00e9cies por ali\u201d, analisa Renata.<\/p>\n\n\n\n<p>Ataques s\u00e3o muito mais raros por aqui do que no nordeste do Brasil por um conjunto de fatores. \u201cUm deles \u00e9 pelo ecossistema que est\u00e1 equilibrado e isso acaba contribuindo para que n\u00e3o tenha esse tipo de intera\u00e7\u00e3o negativa\u201d, comenta Renata. \u201cToda vez que algu\u00e9m entra na \u00e1gua provavelmente vai estar muito pr\u00f3ximo de algum animal marinho e pode haver algum tipo de intera\u00e7\u00e3o. O que n\u00e3o temos s\u00e3o incidentes como mordidas. O \u00faltimo registro foi durante a pandemia em S\u00e3o Paulo\u201d, relembra a pesquisadora.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-59-1024x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1000\" srcset=\"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-59-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-59-300x225.jpg 300w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-59-768x576.jpg 768w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-59.jpg 1300w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><em>Tubar\u00f5es-martelo podem se aglomerar em grandes grupos, principalmente de f\u00eameas. Foto: Erika Beux.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Podemos fazer a nossa parte para evitar encontros com tubar\u00f5es e raias:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Evite entrar na \u00e1gua no per\u00edodo da manh\u00e3 e quando est\u00e1 anoitecendo, porque os tubar\u00f5es e as raias s\u00e3o noturnos.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>N\u00e3o entre na \u00e1gua com objetos brilhantes como brinco, anel ou enfeites no biqu\u00edni. Como as escamas dos peixes refletem devido a luz, animais como tubar\u00f5es podem se confundir com esses reflexos e acharem que \u00e9 um peixe.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Durante as mar\u00e9s de lua o cuidado deve ser redobrado, porque na lua cheia e na lua nova os tubar\u00f5es e raias ficam mais ativos.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Algumas raias possuem um ferr\u00e3o e ficam enterradas na areia. Entre na \u00e1gua arrastando os p\u00e9s para afast\u00e1-las.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>Tags: Not\u00edcia, Tubar\u00f5es, Raias, Associa\u00e7\u00e3o MarBrasil, Rebimar, litoral paranaense, Grande Reserva Mata Atl\u00e2ntica, fauna marinha, meio ambiente, Petrobras Socioambiental, Governo Federal&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"716\" src=\"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-60-1024x716.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-999\" srcset=\"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-60-1024x716.jpg 1024w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-60-300x210.jpg 300w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-60-768x537.jpg 768w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-60.jpg 1157w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><em>Pesquisadora Renata Daldin em soltura de uma Raia-viola ap\u00f3s avalia\u00e7\u00e3o. Foto: Eloisa Giareta.<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"695\" src=\"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-61-1024x695.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-998\" srcset=\"https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-61-1024x695.jpg 1024w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-61-300x204.jpg 300w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-61-768x521.jpg 768w, https:\/\/marbrasil.org\/rebimar\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/projeto-rebimar-associacao-marbrasil-conservacao-educacao-ambiental-mergulho-cientifico-pesquisa-conservacao-e-uso-racional-do-ecossistema-marinho-costeiro-Apa-Guaratuba-61.jpg 1300w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><em>O tubar\u00e3o-martelo tem um formato curioso de cabe\u00e7a que lhe permite girar com mais rapidez do que outros tubar\u00f5es. Foto: Noeli Ribeiro.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nadando com raias e tubar\u00f5es Esp\u00e9cies do nosso litoral que voc\u00ea nem sabia que estavam t\u00e3o perto Tubar\u00e3o-galha-preta, esp\u00e9cie com ocorr\u00eancia no litoral. Foto: Erika Beux. O litoral do Paran\u00e1 possui um ecossistema rico e complexo, habitado e frequentado por diversos animais marinhos. 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